quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Pedidos de Pauta para o Coletivo

Oi, gente!

Tive algumas surpresas desagradáveis no sindicato hj. Apareceram do ano passado para este ano mais coisas que "não temos direito" por sermos educadoras. Soube hj que algumas pessoas não receberam a jornada complementar feita no final do ano passado, segundo o Recursos Humanos, por causa da Lei Eleitoral. Outro problema é que uma colega nossa pode ter a licença sem vencimento negada pelo simples fato de ser educadora, e não professora. Neste caso específico, esta colega passou no mestrado e gostaria de tirar licença SEM vencimento para estudar.

Sobre a jornada complementar, já solicitamos uma reunião com o Márcio Dutra (Secretário de Recursos Humanos) e outra com a Macaé (Secretária de Educação). Quem estiver neste caso, vá até o recursos humanos da regional e abra um processo administrativo solicitando o pagamento referente à jornada complementar já realizada.

Precisamos discutir estas situações no coletivo do dia 19/02 e tirar ações concretas para o reenquadramento das educadoras no plano de carreira dos/as professores/as municipais, pois só assim não teremos mais surpresas desagradáveis como estas. Outro problema que descobrimos ano passado foi com relação ao vale-refeição no segundo BM das educadoras. Na última reunião de negociação disseram que isto seria regularizado este ano, mas até agora não houve novidade.

Outro ponto de pauta solicitado por uma UMEI da Rede é com relação aos medicamentos que as crianças tomam durante o horário da escola. Gostaria que vocês comentassem este tema aqui no blog para termos uma idéia do que acontece na rede (não precisa identificar a UMEI) e o que vocês pensam do assunto.

Para terminar, peço que contribuam com alguns pontos de pauta que vocês gostariam de discutir no dia 19. No dia do Coletivo discutimos as prioridades. Enviem as sugestões para o e-mail educacaoinfantilpbh@gmail.com ou publiquem aqui. Assim discutiremos os temas que estão "pegando" na escola.

Abraços,
Thaís.

Um comentário:

lucas disse...

Ei pessoal!!

A questão dos remedios precisa de um olhar bem especial, uma vez que toda a responsabilidade recai primeiro sobre o educador.Precisamos ficar atentas pois é possivel que o organismo da criança retenha o medicamento por mais tempo que o normal e dai podendo chegar ao quadro cirurgico ou óbito. Já temos conhecimento de fato semelhante e que a professora(RMBH) so não figurou no processo como suspeita porque a escola (RMBH) já adota este critério da medicação so ser dada pela familia ou representante autorizado por ela.Neste caso a mãe á principio era a suspeita, e foi ouvida pelo conselho tutelar antes de conseguir provar o contrario. O
medicamento neste caso foi a AMOXILINA.(nossa companheira diária nas UMEIs),
Diante dos fatos, é melhor REFLETIR sobre deveres da função de educador, e deveres de familia.