sexta-feira, 7 de novembro de 2008

As crianças são proibidas de tirar sapato e camisa na escola, em dias de calor?

Olá! Gostaria de saber de existe alguma lei que proíbe crianças de 0 à 6 anos, tirarem sapatos e camisa na escola, quando solicitado por elas próprias, em dias de muito sol e calor. Estamos com muitas dúvidas sobre este tema. Aguardo retorno o quanto antes. Muito obrigada.

Danielle.

2 comentários:

Cristina disse...

Danielle, acho que não tem nada disso! Imagina só!!! Que absurdo! Não sei se há uma lei, mas acredito que não tem nada disso. Na UMEI onde trabalho, as crianças ficam à vontade em dias de calor, por exemplo. Tomam chuveirada de sunga e biquíni, ficam descalços... Isso faz parte da educação infantil.

Anônimo disse...

Oi, Danielle!

Não tenho conhecimento de leis neste sentido e concordo com a Tininha que isto faz parte da educação infantil.

Para as crianças pequenas, que estão andando há pouco tempo, acho q andar descalço é importante pois ajuda no equilíbrio, dá mais segurança. Mas é claro q o espaço deve ser organizado para isto (alguns pisos são muito escorregadios qdo molhados, objetos que podem machucar os pés não podem ficar no chão etc).

Descobrir o mundo pelos pés também é interessante e na minha escola sempre fazemos atividades neste sentido (andar em piso macio, duro, molhado, seco, quente, frios, áspero, liso; ouvir o barulho de cada um destes espaços calçado e descalço etc). Outro problema q vivenciei este ano foi que alguns alunos tinham apenas um par de tenis, e iam com o mesmo todos os dias. Esta criança, especificamente, não gostava de andar descalço.

Com relação às roupas, a única coisa q me preocupa é a exposição ao sol sem protetor solar. Geralmente nas escolas não há muita sombra... aí já viu, né? Mas não vejo nenhum outro problema da criança ficar de cueca, calcinha ou sem blusa se o calor está muito forte.

Sobre o banho de mangueira ou chuveirada, temos o costume de sempre pedir autorização para a família antes. Acho importante e nos garante que não teremos problemas depois com as famílias.

Um abraço,
Thaís.